Ano: XXVII - Número: 274
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Dom José Antonio Peruzzo foi o bispo ordenante dos padres Marcelo e Adenilso. ...
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Dom José Antonio Peruzzo foi o bispo ordenante dos padres Marcelo e Adenilso.
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Ordenação presbiteral de Marcelo Holdefer
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No sábado, 24 de julho, às 9h30min, na Paróquia Sagrada Família, em Sulina, foi realizada a ordenação presbiteral de Marcelo Holdefer. O bispo ordenante foi Dom José Antonio Peruzzo, com a presença de dezenas de presbíteros e comunidade diocesana.
A celebração foi marcada por momentos de emoção, principalmente dos pais e familiares do novo padre. Pe. Marcelo escolheu como lema de ordenação: "Coragem. Levanta-te! Ele te chama." (Mc 10,49). Com este lema, o neo-sacerdote abraça a missão de evangelizar e encorajar ao encontro com o Cristo.
Para falar em favor da eleição do diácono Marcelo para a Ordem do Presbiterato, padres Dilonei Pedro Müller, Geremias Steinmetz e Antonio Teixeira testemunharam que Marcelo Holdefer estava apto a ser ordenado. Após ouvir os testemunhos, Dom José o acolheu para a Ordem do Presbiterato.
Na homilia, Dom José disse que foi um momento rico de graças para a diocese: "Nossa Igreja se renova e se revitaliza para levar adiante a sua missão. É motivo de festa e de gratidão, de muitos anseios e atitudes de fé". Falou ao Pe. Marcelo: "Em cada gesto seu, há a oração de muitos. Se foi Deus que o escolheu por primeiro, nunca o deixe por último. Nas horas difíceis, recorde este momento, perceba o afeto de muitos e de Deus. Ele estará ao seu lado, para que você não caia. Deus precisa de você para mostrar seu amor para todos". Em nome do clero, Pe. Itacir Francechina acolheu o Pe. Marcelo.
Marcelo Holdefer nasceu no dia 15 de abril de 1983, em Campo Erê-SC. É o terceiro filho de Romaldo Holdefer e Inês Jacinta Holdefer, tendo mais três irmãs: Marilene, Marli e Márcia, além de Marta, já falecida. Fez o primário e ensino médio no Colégio Estadual Nestor de Castro, em Sulina, para onde havia mudado com a família no ano de 1990. Ingressou no Seminário Menor São João Maria Vianney, em Palmas, no ano de 1998, cursando o 2º grau no Colégio Bom Jesus. Em 2001 viveu a etapa do Propedêutico no Seminário Jesus de Nazaré, em Francisco Beltrão. Também em Francisco Beltrão nos anos de 2002-2004, fez os estudos de Filosofia no Instituto Sapientia de Filosofia. No ano de 2005 iniciou os estudos na FAMIPAR (Faculdade Missioneira do Paraná, em Cascavel). O Ano Pastoral foi realizado no Seminário São João Maria Vianney (Palmas), contribuindo na orientação espiritual.
Pe. Marcelo falou do que representa a ordenação sacerdotal para ele e sua família: "É a construção de uma vocação iniciada em 1998 e o compromisso de viver este sonho no ministério sacerdotal". Disse Pe. Marcelo que um dos maiores desafios enfrentados pela Igreja e pelos padres é a vivência da fé: "É dar razões da fé que os cristãos devem viver, é levá-los fazer esse encontro definitivo, que torne-os cada vez mais plenos com o próprio Cristo. Somente assim é que seremos capazes de viver a fé que professamos".
O novo sacerdote destacou a importância da família no discernimento vocacional: "Há uns anos escrevemos uma matéria no Jornal Até Que..., com o título Família Vocacionada. Estava eu no seminário, estavam minhas duas irmãs no convento, e esta base continuou presente ao longo do meu processo formativo e ainda continua presente na vida da família. Uma família que tem base sólida, uma boa construção de vivência de fé, de vivência de Igreja consegue dar um fundamento maior para que a vocação, seja ela qual for, seja capaz de frutificar, de dar os passos necessários para esse amadurecimento". Pe. Marcelo deixou uma mensagem à comunidade: "Eu gostaria de contar com as orações de nossos cristãos católicos. Uma coisa é chegar ao sacerdócio, outra é permanecer fiel nessa missão. Faço o convite para construirmos juntos a nossa história e fazermos o Reino acontecer a cada dia de nossas vidas".
O Pe. Marcelo permanece no Seminário Menor como Reitor e com o auxílio de Vagner Raitz, seminarista de Teologia.
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Ordenação presbiteral de Adenilso Aldo Barbon
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A comunidade de Nossa Senhora do Sagrado Coração, de Nova Esperança do Sudoeste, viveu um importante momento vocacional com a ordenação presbiteral de Adenilso Aldo Barbon, com celebração no dia 21 de agosto. O bispo ordenante foi Dom José Antonio Peruzzo, com a presença de dezenas de padres concelebrantes.
Para testemunhar em favor da ordenação de Adenilson, falaram o diácono Andrélisson Antonio Neckel e Paulo Celso Müller (Coordenador do Serviço de Animação Vocacional - Paróquia Imaculada Conceição - Dois Vizinhos). O Pe. Deucir Poletti considerou o diácono Adenilso digno de receber a ordenação sacerdotal. Dom José o acolheu para a Ordem do Presbiterato.
Na homilia, Dom José ressaltou a importância da vocação: "Nossa vocação não exercemos a partir de nossas grandezas, mas na força do Senhor. Houve seriedade de sua parte em deixar-se interpelar por quem o chamou. Este é um importante momento de significação eclesial para a comunidade, para a diocese, para Adenilso e família".
Em nome do Clero, o Pe. Itacir Franceschina acolheu o neo-sacerdote: "Não há valor mais seguro do que a confiança que depositamos em você. Acolhemos você com grande alegria. Seja bem-vindo ao nosso clero".
Adenilso Aldo Barbon nasceu no dia 18 de fevereiro de 1984, em Enéas Marques. É o primeiro filho de Alduino Barbon e Inês Maria Balsanello Barbon, tendo mais quatro irmãos: Fabio, Flavio, Luan e Elis.
No ano de 2000, com 14 anos, após um período de acompanhamento vocacional, ingressou no Seminário dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria, em Pato Branco. Iniciou a filosofia no Centro Universitário Claretiano em Batatais (SP) e concluiu no Instituto Sapientia de Filosofia em Francisco Beltrão. Durante este período da Filosofia precisou tomar uma decisão importante na sua vida, pois surgiu o desejo vocacional da vida sacerdotal diocesana. Após um ano de acompanhamento espiritual decidiu-se por ingressar na Diocese de Palmas-Francisco Beltrão.
No ano de 2005 iniciou o curso de Teologia na Faculdade Missioneira do Paraná - FAMIPAR, em Cascavel. No dia 24 de julho, na Casa de Formação Divino Mestre (Francisco Beltrão), Dom José Antonio conferiu-lhe os ministérios de leitor e acólito. A admissão às Ordens Sacras aconteceu na Paróquia São João Batista, em São João. Foi ordenado diácono no dia 6 de março de 2010 na Concatedral Nossa Senhora da Glória, em Francisco Beltrão.
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Eleições outra vez
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Dom José Antonio Peruzzo
Mais uma vez somos chamados a comparecer às urnas. Decisões importantes, tomadas coletivamente mas afirmadas individualmente, projetam o futuro próximo da nossa Nação e de nosso Estado. Pela imprensa, nossos olhos e ouvidos são procurados por mensagens de grandes alvitres comunitários e/ou populares. Os candidatos se mostram com grandes disposições a muito fazer. Esta é a cor ou teor do que escrevem ou falam. Propõem seu nome, discorrem sobre programas, abordam temas de interesse... defendem o que já se fez, discordam do que foi feito... Esta é a dinâmica na realidade democrática...
Para grande parte do eleitorado, em tudo isso há mais fastio do que renovação. Entretanto, permanece a responsabilidade de cada um. Até o desinteresse pela política é uma atitude de grande alcance político. Provavelmente aqueles eleitos, cujas intenções ou interesses não são os mais nobres, terão muito proveito com descaso tão difuso. E, na outra ponta, os bons candidatos, quem sabe também bons gestores, não seriam nem percebidos ou pouco reconhecidos. Mais ainda, seriam colocados no mesmo "cesto" dos oportunistas. Infelizmente, parece que o voto está mais para a disputa e competição, que para reflexão e análise. Com o tempo, com educação, com mais tradição democrática, ainda seremos um povo politicamente mais motivado.
Não há dúvidas, o "Ficha Limpa" significou um importante passo na nossa história política. E foi a Igreja Católica a maior protagonista. Recordo quando, em uma Assembléia da CNBB, os Bispos foram procurados pela direção nacional da Ordem dos Advogados do Brasil. Pediam que a Igreja encampasse a campanha de assinaturas em favor do projeto. A proposta foi acolhida. E foi graças à atuação dos mais diversos organismos de nossa Igreja que se superou largamente o número mínimo de assinaturas necessárias, para que este projeto tramitasse no Congresso. Aproximadamente 89,8% das assinaturas foram colhidas em quadros eclesiais católicos. Já no Congresso, o acompanhamento questionador instigou os parlamentares a votar. Não foi política partidária. Foi sim, mobilização política motivada por razões éticas.
Mas simplesmente votar é pouco. Nem mesmo votar em candidato "Ficha Limpa" é suficiente. É importante observar se o eleito, "Ficha Limpa", se porta com eficácia ética. Em outras palavras, isso significa avaliar se exerce o mandato popular não em causa própria, ou em favor de interesses distintos e distantes dos anseios coletivos. Mas um cristão deveria perguntar ainda mais ao candidato e sobre ele: acerca de seu pensamento e comportamento ante questões como o aborto; sobre casamentos entre homossexuais; sobre a violência e criminalidade; sobre questões agrárias; sobre questões ecológicas; sobre políticas educacionais; sobre grandes temas de interesse nacional e regional. Ainda não é tudo. O passado do candidato mostra limpidez, transparência, honestidade? Quem não fala com clareza não deveria receber o voto.
Mas, para questão tão séria quanto esta das eleições, e especialmente acerca de partidos e candidaturas, requerem-se ainda outras reflexões. Não basta que candidatos e partidos tenham "opiniões". Exercícios opiniáticos de mandatos são muito semelhantes a oportunismos ou "fisiologias" políticas. É justo perguntar quais os projetos e caminhos práticos que um candidato buscará como resposta aos grandes problemas do país, do estado ou da nossa região sudoeste. Simplesmente dizer que "pensa" desta ou daquela forma ainda não é uma posição clara. Em minha mente, quando alguém não tem projetos, sou levado a crer que pensa mais no cargo que na missão; que tem baixa interpretação sobre o sentido efetivo do mandato a que se propõe. E o mero discurso genérico ainda não sinaliza nem para a competência e nem para a fidelidade.
Uma temática apenas mencionada acima suscita-me algumas reflexões ulteriores. Refiro-me à questão do aborto, acerca do qual há já muitas propostas de descriminalização no Congresso. Elas têm diferentes origens. Infelizmente, são amplos os setores que o defendem. É absolutamente contra a consciência cristã concordar com esta forma legal de assassínio. Nenhum argumento de circunstância encontra legitimidade diante de valores absolutos. E a vida é o mais fundamental dentre estes. Recomendo vivamente ao eleitor católico que não vote em quem não é explicitamente contra o aborto. E os eleitos do nosso sudoeste serão observados. Se não defenderem a vida em todas as suas fases, isso será entendido como desrespeito à sensibilidade ética do eleitor católico. Lá no Congresso, mas também na Assembleia Legislativa estadual, nas questões que lhe são próprias, representarão um povo. No parlamento votam os eleitos. Mas a palavra última, no momento certo, será dos eleitores.
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Rumo à X Assembeia Diocesana de Pastoral
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Pe. Geremias Steinmetz
Durante os meses de agosto e setembro cada decanato deverá fazer a sua mini-assembleia para aprofundar os temas já apontados pela Primeira Etapa da X Assembleia Diocesana de Pastoral. Nesta fase da X Assembléia Diocesana de Pastoral convém lembrar que buscamos uma Igreja de Discípulos - Missionários. Todo o cristão é chamado ao seguimento de Jesus, para configurar-se com Ele, buscando viver a qualidade do espírito missionário de Jesus. Todo discípulo é missionário e todo missionário jamais deixa de ser discípulo. Em síntese: "discipulado e missão são como as duas faces da mesma moeda".
A pastoral de conjunto é muito mais que um método ou modo de trabalhar: é um estilo de vida que requer, e ao mesmo tempo gera, uma mística e novo modo de ser comunidade. É um estilo de trabalho pastoral que facilita a ação coordenada de todas as pessoas, grupos, movimentos, comunidades, instituições, carismas e ministérios eclesiais em vista de evangelizar uma determinada realidade humana, social e cultural. Deve ser uma opção livre e consciente de uma Diocese, de suas Paróquias e de seus agentes. Supõe a mudança de uma atitude individualista para uma mentalidade comunitária e missionária. Exige conversão pastoral, "que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária" (DAp 370).
Vamos apresentar uma breve síntese dos principais desafios para a missão evangelizadora que brotaram das questões propostas às comunidades:
Mudança da mentalidade individualista/ imediatista; medo de assumir as coordenações; os casais de segunda união que são excluídos dos sacramentos; despertar a diocesaneidade; perseverança das lideranças; evangelizar os pobres: engajamento concreto; unidade nas Pastorais e Movimentos e integração na caminhada paroquial e diocesana; conjugar investimento financeiro/ formação e evangelização; Pastoral do Dízimo; continuidade na formação pós crisma; proporcionar encontro pessoal com Jesus; metas para a catequese não sacramental; modificar a forma de arrecadação da paróquias (promoções, bailes, festas), rever bailes, bebidas de álcool; meios de Comunicação Social - Internet, torná-los evangelizadores; valorizar o perdão como estratégia para recuperar os que erraram; resgatar lideranças afastadas; desafio para a comunidade e a Pastoral de Conjunto; enfraquecimento das comunidades rurais/grandes distâncias (mudança da estrutura da Igreja/descentralização do Padre); setorização; baixa escolaridade das lideranças; reavaliar o estatuto dos Sacramentos; engajar adolescentes pós-crisma ou pré-crisma; investir prioritariamente na Pastoral dos Adolescentes e Jovens; haja instrumentos de formação dos agentes pastorais em nível paroquial e decanal; propor a solidariedade em lugar da competição; resgatar a idéia de "pertença", "eu sou Igreja"; CPCs; dar continuidade/ resgatar atividades/ações que deram certo e estão inativas; desestruturação das Instituições; falta de unidade no seguimento das Diretrizes Pastorais e do Diretório dos Sacramentos, por parte dos Párocos; convidar novas pessoas para participar da ação, principalmente aquelas pessoas qualificadas, mas falta o desejo de servir e também o convite; evangelização dos meios universitários; formação Integral e integrada (comunhão e Trindade); espiritualidade trinitária - comunhão
Mundo Urbano - Evangelização inculturada; questão ecológica; como usar os MCS em favor do anúncio da Palavra; pastoral urbana; promoção humana - pastorais sociais e não só assistencialismo; ter consciência que o mundo é plural - por isso evangelizar propondo Modelos de vida; cultivar o respeito pelo ecológico e manter o discernimento crítico diante do tecnológico; perante o Néo-liberalismo: conhecimento do sistema e sua forma de exclusão; como sistema de produção de alto custo; o mal do envenenamento e a destruição da natureza; articular com órgãos públicos (Estado, Prefeituras, Escolas) políticas de recomposição do corpo social da família; Restabelecimento das Pastorais Sociais.
As questões que deverão ser respondidas são estas:
1. Destacar os três desafios por âmbito (pessoa, comunidade e sociedade) que mais correspondem á situação da Diocese de Palmas - Francisco Beltrão.
2. Apontar três pistas de Ação por âmbito (pessoa, comunidade e sociedade) a partir dos desafios eleitos pelo grupo. As respostas a estas questões constituirão o material a ser discutido na última etapa da Assembleia Diocesana nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010.
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A Voz Escrita de Dom Agostinho
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No mês de agosto nossas comunidades e famílias intensificam suas orações pelas vocações. A motivação desta cruzada de orações está na própria palavra de Cristo: Rogai ao Senhor para que mande operários para sua messe.
Neste mês vocacional, ocasião privilegiada de nos tornarmos conscientes de nossa responsabilidade na promoção das vocações sacerdotais e religiosas, ao dirigir-me ao povo cristão, é meu desejo centrar a atenção, primeiramente sobre a mensagem de João Paulo II, dirigida a toda a Igreja, no dia mundial de oração pelas vocações.
Diz o Papa, em sua mensagem, que seu pensamento se volta continuamente para as muitas comunidades paroquiais, que os Bispos são obrigados a deixar sem pastores, de tal modo que é sempre atual o lamento do Senhor: A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos (Mt 9,37) e acrescenta: A Igreja tem imensa necessidade de sacerdotes. É esta uma das urgências mais graves que interpelam a comunidade cristã. Jesus não quis uma Igreja sem sacerdotes. Faltam sacerdotes, falta Jesus no mundo, falta a sua eucaristia, falta o seu perdão. E, dirigindo-se a todos, diz o Santo Padre: O povo cristão não pode aceitar uma passividade à indiferença e o declínio das vocações. As vocações são o futuro da Igreja. Uma comunidade pobre de vocações empobrece toda a Igreja; ao contrário, uma comunidade rica de vocações é uma riqueza para toda a Igreja.
Mais adiante, em sua mensagem, o Santo Padre insiste na responsabilidade de toda e cada comunidade paroquial e, principalmente do pároco e dos presbíteros, em promover as vocações presbiterais e consagradas, acompanhando-as no discernimento da vontade de Deus a seu respeito.
Parece-me ser o mês vocacional ocasião propícia para dar resposta positiva aos apelos do Papa. Ocasião propícia, sobretudo, para se criar nas paróquias as equipes vocacionais com o objetivo de manter na comunidade um clima favorável ao despertar de vocações, através da oração e do testemunho e ainda com a finalidade de orientar na caminhada aqueles que manifestam tal desejo.
Um fato que nos motiva ainda a dar nova fisionomia ao trabalho vocacional, neste ano, é a comemoração, a 4 de agosto (DIA DO PADRE), do 2º centenário de nascimento de São João Maria Vianney, o Cura dArs padroeiro dos sacerdotes e, em nossa Diocese particularmente, padroeiro do Seminário Menor de Palmas.
Permitam-me recordar que esta Igreja Particular, deste os primórdios, tem-se preocupado com a formação de seu clero. Haja vista a fundação do Seminário Menor, em 1939, quando ainda Prelazia e que, colocado sob os auspícios do grande sacerdote Cura dArs, tem procurado, não com poucas dificuldades, trabalhar na formação de seus sacerdotes. Nesses últimos anos, temos procurado somar forças, multiplicar iniciativas e redobrar esforços para que realmente o Seminário Diocesano alcance seu objetivo. As dificuldades e vicissitudes foram muitas e persistentes ainda, mas graças a Deus e ao empenho de muitos, hoje para a Diocese se abrem novas esperanças. Podemos com alegria dizer que a Diocese está agora com três seminários: o Seminário Menor, o Seminário Maior de Filosofia, ambos em Palmas e a comunidade Teológica, em Florianópolis. O fato de a Diocese estar com os três seminários é uma graça de Deus, é motivo de esperança para esta Igreja e também um forte convite a todos para unir forças e recursos em torno desta causa.
O documento da CNBB, sobre a Formação dos Presbíteros, no nº 273, diz: O Seminário Diocesano, dada a sua importância, deve ser assumido por todas as forças vivas da Diocese, a começar pelo Presbitério, os Movimentos Vocacionais, as Congregações Religiosas, as Paróquias e as comunidades.
O trabalho vocacional, a meu ver, requer uma dedicação especial daqueles que desempenham uma missão específica na comunidade, os párocos e seus colaboradores. Não será o momento, caríssimos sacerdotes, de colocar o nosso sacerdócio também a serviço da Pastoral Vocacional, para que não faltem os continuadores do ministério que nos foi confiado? Nossa região é riquíssima em vocações. A prova disso são as freqüentes ordenações que ocorrem todos os anos no sudoeste. Temos, portanto, esperança de que o Senhor do VEM E SEGUE-ME aponte para o jovem também o caminho do Seminário Diocesano.
Sabemos sim que, em muitas comunidades, se faz um belo e verdadeiro trabalho vocacional. Resta-me agradecer todo o esforço empreendido nesta nobre causa. Expresso também meu reconhecimento aos sacerdotes vicentinos, presentes há anos no Seminário Menor São João Maria Vianney, de Palmas, e, neste ano, também no Seminário de Filosofia, na pessoa dos sacerdotes que ali exercem seu ministério de formadores, bem como ao Reitor do Seminário de Teologia, em Florianópolis, pela incansável dedicação.
Que melhor serviço poderia ser prestado à Igreja de Jesus Cristo, que o de formar os futuros presbíteros? Por ocasião do dia do sacerdote, saúdo todos os presbíteros, aqueles que, a exemplo do Cura DArs, consagram sua vida e seu tempo, para que Cristo seja conhecido e amado por todos.
Saúdo os religiosos e as religiosas, lembrados pela Igreja no 3º domingo do mês. Saúdo os pais, os catequistas e todos aqueles que se sentem chamados por Deus para um trabalho efetivo no seio da Igreja.
Peçamos à Virgem assunta ao Céu que obtenha de seu Divino Filho, para esta Igreja Particular, numerosas e santas vocações sacerdotais e religiosas.
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O revés dos sonhos
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Pe. Élio Sofientini Albano
Estamos no mês de agosto e celebramos a semana da família. E quando falamos em família, bate aquela saudade rasteira do nosso tempo de criança.
A vida humana voa, a velhice aproxima-se rapidamente e, em breve, os pais e mães de hoje serão colocados à margem da vida. Qual será então o seu consolo? Certamente não a carreira que exerceu profissionalmente, talvez em prejuízo dos próprios filhos; certamente também não o patrimônio acumulado, quem sabe, para a briga dos filhos pela herança. O consolo será certamente a constatação de que seus filhos tornaram-se pessoas maduras e responsáveis, boas mães e bons pais. Ser pai e mãe não é algo de definitivo. É preciso tornar-se pai e mãe continuamente e de modos diversos: pai do bebê, da criança, do garoto, da menina, igualmente do jovem que espera dos pais novas formas de paternidade.
Na verdade, o amor é o que há de mais necessário em nossa vida. Define o nosso destino. Os filhos sentem a necessidade do amor e não sabem o que ele seja; sentem a necessidade da intimidade divina. Deus é amor, diz São João! A dificuldade é que não sabendo o que é o amor, não se sabe também quem é Deus. Mas o que conforta é que há, no entanto, uma experiência muito mais profunda, sem palavras: a experiência da vida. Não podemos esquecer que o pai e a mãe, precisamente eles, são símbolos do amor de Deus. Amor de pai e amor de mãe que, pela completa doação conjugal, dizem sim à concepção dos filhos; que velam pacientemente, por noites seguidas, junto a cama dos filhos doentes; que transfiguram seu rosto, quando se aproximam do berço; que se sentem orgulhosos quando os filhos prosperam..
São sempre mais numerosos os pais que tomam intimamente parte da vida da família, no andamento escolar e nos projetos profissionais dos filhos. Ao surgirem certas dificuldades, dirigem-se com a mãe e o filho ao consultório; controlam cadernos escolares, procuram professor, controlam a internet, as gavetas, as carteiras e bolsas, defendem-nos das injustiças, auxiliam-nos na formação profissional e procuram estimulá-los a progredir sempre, talvez até de forma exagerada. Muitos pais trabalham e economizam unicamente em vista do futuro dos filhos. Desejam ser seu guia também depois da infância, no decorrer da vida, sabendo bem que não é o muito dinheiro, nem uma brilhante carreira, mas somente a felicidade dos filhos bem formados que poderá trazer consolo e alegria à sua velhice. Amor de pais que, pelos seus filhos enfrentam tudo, até a própria morte.
Tudo isso é símbolo do amor de Deus. Por isso, nossa família é uma escola de amor. Contém em si, sem palavras, o simbolismo para o amor de Deus. Sem palavras, cuidando e acariciando, vão marcando no coração dos filhos mensagens que o tempo nunca poderá apagar, mesmo quando o entardecer encobrir o brilho do nosso olhar.
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VII Escola Catequética
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Nos dias 14 e 15 de agosto, aconteceu a última etapa da VII Escola Catequética Caminho para o Discipulado! No sábado contamos com a presença do Pe. Evandro que trabalhou sobre Mariologia apresentando a figura de Maria à luz de textos bíblicos e da palavra do Magistério da Igreja. O Pe. Geremias conduziu as reflexões sobre a Escatologia, apresentando a visão cristã do mistério da morte e das realidades escatológicas. A Ir. Ili trabalhou com o grupo sobre a importância da espiritualidade na vida e missão de cada catequista, pois não se pode servir se antes não buscar uma intimidade sempre maior com o Mestre e Senhor.
A tarde do domingo foi festiva, pois realizou-se a formatura de 89 catequistas que encerraram dois anos de caminhada e empenho. Após o almoço as atenções se voltaram para os últimos preparativos antes da celebração e rito de formatura!
A celebração eucarística, presidida por Dom José, foi concelebrada por vários padres que se fizeram presentes para prestigiar um momento tão significativo para a caminhada catequética na diocese. A capela da Casa de Formação Divino Mestre estava cheia, pois estavam presentes familiares, amigos e convidados dos catequistas. Após a celebração deu-se início ao rito de entrega dos certificados aos 89 formandos, um momento de muita emoção e entusiasmo. Convidados e os "formados" da Escola Catequética se confraternizaram com um delicioso coquetel encerrando assim, com chave de ouro, uma caminhada feita com dedicação.
A Pastoral Catequética da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão conta agora com um novo grupo de catequistas, que receberam uma formação abrangente e profunda. Sabemos que o caminho formativo deve ser permanente, mas não podemos deixar de aproveitar as forças cultivadas nesses dois anos de caminhada. Por isso desejamos a cada catequista que seja, na sua respectiva comunidade, instrumento de incentivo e ajuda para que possamos sempre mais crescer nesse tão belo e desafiante trabalho, que é a catequese.
A Equipe de Coordenação Diocesana de Catequese, juntamente com seu assessor Pe. Geremias, já lança os olhares para o futuro no intuito de organizar a VIII edição da Escola Catequética, pois, incentivados pela bela experiência da VII edição, sentem-se motivados a continuar.
Pessoalmente desejo agradecer a todos os párocos e coordenadores paroquiais pelo empenho e dedicação à missão catequética. Que Deus lhes recompense sempre. Dirijo meus agradecimentos também ao Padre Geremias, nosso assessor, e a toda a equipe diocesana de coordenação, que assume o trabalho catequético com amor. Não posso deixar esquecido nosso Pastor, Dom José, que sempre demonstra grande interesse pela caminhada catequética, preocupação pela formação cada vez mais ampla de cada catequista. Que Deus seja sempre presente na vida de todos e lhes recompense em graças e bênçãos.
Débora Regina Pupo
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Queridos(a) catequistas!
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D. José Antonio Peruzzo
Mais uma vez, no mês vocacional, no dia do Catequista, 29 de agosto, a Igreja no Brasil orienta suas atenções para estes grandes agentes da Evangelização, que são vocês. Para alguns, esta é ainda uma das primeiras cartas que recebe. Outros, já bastante exercitados na sublime missão de evangelizar na Catequese, já leram textos muito semelhantes. Mesmo assim, gostaria que esta carta fosse acolhida como um afetuoso abraço de gratidão. O abraço, quando portador de sentimentos sinceros, não é repetitivo. É renovador. Também esta carta. Ela não foi escrita por dever, como se fosse apenas mais uma.
Queridos(as) catequistas, ao dar forma a estas linhas, tento visualizá-los(as) preparando o encontro com os catequizandos, a reunião com os pais, a celebração litúrgica, o diálogo com o padre.... E a imaginação ajuda também a vislumbrar seus sorrisos gratificados, sua fé partilhada, seus catequizandos que lhe dão um abraço... É verdade que há também vivências difíceis. Algumas doem muito. Indiferença aqui, frieza acolá, pouca atenção e apreço, ingratidão. Tudo muito parecido com o caminho do discípulo.
Esta carta pretende ser, em linguagem escrita, uma singela expressão da ternura e do afeto da Igreja por vocês. Sim, escolheram a Catequese como espaço sublime de experiências de aproximação terna à pessoa de Jesus Cristo e aos catequizandos. Em certo sentido eles são seus. Mas também vocês são deles. E o Senhor Jesus é o grande motivo desta mútua pertença. Por causa dEle, vale a pena ser catequista: eis sua vocação. Por causa deles, vale a pena continuar na catequese: eis sua missão. Pois bem, que o Espírito do Senhor mantenha sempre fortes e estreitos os laços dos catequistas com Ele, e sempre renovadas as afeiçoes por eles.
A equipe de Coordenação de Catequese do Regional Sul II / CNBB manifesta sua profunda admiração pelo grande amor com que entregam-se a este serviço. Todas as Dioceses foram visitadas. Foi possível ver como são grandes os anseios que nutrem pela Catequese. Não são exigências; são sonhos que acalentam de um dia ver a Evangelização crescer em criatividade e afeições pelo nome de Jesus Cristo. E, como sempre, a Catequese será força constitutiva nesta busca. Para que sejamos uma Igreja intrépida ao evangelizar, aos catequistas cabe louvar o Senhor nas experiências vitoriosas. Toca-lhes também ser sinal de esperança naquelas situações difíceis de mudar. E nunca pode faltar o testemunho do diálogo, lá onde as diferenças geram tensões. O Apóstolo Paulo, catequista por excelência, portou-se assim muitas vezes. Foi capaz porque o Espírito do Senhor nunca lhe faltou.
Queridos(as) catequistas, que Deus lhes multiplique em bênçãos, a grande Bênção que são vocês. Que o Espírito do Senhor lhes conceda a perseverança. Que sua capacidade de amar seja transfigurada pelo amor que procede de Jesus Cristo. Se algum dia pensar em deixar, procure ouvir alguém de muitos anos de Catequese. Ele(a) lhe dirá que não abandonou porque a graça foi maior que a dificuldade. Será assim também nos seus momentos difíceis. E o próprio Deus lhe será grato por sua firmeza.
Um carinhoso abraço de gratidão, queridos(as) catequistas.
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Diocese promoveu a Semana Teológica
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A Diocese de Palmas-Francisco Beltrão promoveu a tradicional Semana Teológica, na Casa Formação Divino Mestre (Francisco Beltrão). A primeira etapa de 26 a 30 de julho, para os padres, religiosos, seminaristas e leigos. O assessor foi o Pe. Vitor Galdino Feller, presbítero da Arquidiocese de Florianópolis. O tema abordado: A fé em Jesus Cristo em tempos de pluralismo religioso e cultural. A segunda etapa, para os leigos, aconteceu de 30 de julho a 01 de agosto, com a assessoria de D. José Antonio Peruzzo.
Dentre as questões abordadas pelo palestrante estão as grandes inquietações do mundo da teologia, da filosofia, da Pastoral: "São mudanças que exigem de nós mudanças de pensamento e comportamento na relação com as outras religiões. Estamos vendo que é necessário voltar a Jesus de Nazaré, a falar de sua história concreta, a sua opção pelos pobres, e a partir disso apontar para essa universalidade savífica do Jesus situado historicamente para a universalidade da salvação". Pe. Vitor abordou a salvação de Deus que acontece em todas as culturas, povos e nações, independentemente das pessoas conhecerem Jesus Cristo: "Quem salva é Deus. Ele salva, mesmo que as pessoas não conheçam Jesus Cristo. E são as religiões que detectam essa presença da salvação, sobretudo nos momentos de angústia". O sacerdote falou sobre a revelação de Deus em todas as culturas: "Deus se revela sempre, porque Deus é amor. Independente da religião a que pertence, o que conta é a consciência e abertura em comunidade, de cada um, ao mistério de Deus".
Pe. Vitor Felleer concluiu a Semana Teológica falando que é em Jesus Cristo que vemos uma expressão definitiva da presença de Deus, "o modo de como Jesus vivia sua fé, sua espiritualidade, sua relação com Deus Pai, o modo de como ele fazia o Reino de Deus acontecer na cura dos doentes, no perdão aos pecadores, na inclusão das mulheres, na predileção pelos pobres e o modo de como Ele deu a vida e ressuscitou".
No trabalho prático do padre nas comunidades, salientou o palestrante: "O padre é convidado a descobrir nos seus paroquianos os mais diferentes carismas, para suprir as carências pastorais e sociais que há na paróquia. Nós devemos crer que onde há carências, o Espírito Santo vai suscitar carismas que supram essas necessidades. Esses dons que as pessoas têm, precisam ser qualificados. O padre deve descobrir as pessoas que têm carismas, oferecer formação como fala o Documento de Aparecida, para que o discípulo se torne missionário. O padre é aquele que vai motivar todos os seus fiéis, principalmente as suas lideranças, para a experiência real com Deus e a vida em comunhão".
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Reunião do clero refletiu sobre o presbítero
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Foi realizada nos dias 18 e 19 de agosto a reunião ordinária do Clero da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, na Casa de Formação Divino Mestre. Foram proferidas palestras com os Padres Deoclézio Wiginéski e Victor Clemente Müller. Outros assuntos de ordem pastoral também foram refletidos. Fizeram-se presentes, além do bispo Dom José Antonio Peruzzo, padres diocesanos, religiosos e diáconos.
Encanto Pastoral
O Pe. Deoclézio Wiginéski abordou a temática sobre o encanto pastoral do sacerdócio e motivação. Disse que são encontradas muitas situações em que falta o encanto pastoral: "Dá a impressão que entre tantas atividades que temos vão se diluindo as atividades e o próprio padre vai se desmotivando. O risco que se corre é chegar ao um indiferentismo a tudo o que está acontecendo. Eu não me manifesto, não exponho minhas ideias e assim prejudico o andamento do processo de evangelização e vivência. Acabamos perdendo a identidade da missão pastoral. Nós precisamos nos reencantar pelas causas do Reino com a diversidade das culturas".
O padre precisa fazer e ser a diferença na comunidade, afirma Pe. Deoclézio: "O padre tem que fazer a diferença no mundo de hoje pela sua capacidade de refletir, ter senso crítico do que está construindo ou destruindo a vida. O padre tem que fazer a diferença através da maneira de viver, de ser, de anunciar a Palavra de Deus. Assim, automaticamente ele vai denunciando o que vem contra a proposta de Jesus, de vida para todos. O padre tem que levar a esperança neste mundo marcado pelo Deus da vida, falando do encanto pela família, pela partilha, pela justiça e fraternidade".
Presbítero
"Presbítero, anunciador da Palavra de Deus, educador da fé e da moral da Igreja" foi o tema abordado pelo Pe. Vitor Clemente Müller. Foram destacadas a natureza e a identidade do presbítero. A finalidade foi redescobrir a teologia do padre em sua própria vida, fazendo uma referência ao Ano Sacerdotal, instituído pelo Papa Bento XVI. Explica Pe. Victor: "Colocar o presbítero na perspectiva de enfrentar os paradigmas do mundo presente. A grande preocupação da Igreja é o presbítero e a vida presbiteral. A dificuldade que o mundo apresenta ao ser humano é a sua forma de viver, com fragmentos que impedem a sua felicidade. Por isso é importante redescobrir as motivações profundas do seu trabalho e sua vida, que é o encontro com Deus". A ruptura da interioridade do presbítero causa consequências, afirmou: "Quando o ser humano se divide interiormente, ele perde suas motivações, seus objetivos. A ruptura interna é a da oração. Assim, cria consequências enormes para o seu trabalho evangelizador".
Pe. Victor falou de como o presbítero deve agir diante de sua comunidade: "Por ser o presbítero um homem simples, ele também é um homem de Deus. É isso que o mundo espera: é viver a cotidianidade de forma tão simples, onde os valores humanos sejam interpelados por Deus. O ser humano deve educar sua vida para Deus, e essa é a grande missão".
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Aula inaugural no Instituto Sapientia de Filosofia
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O Instituto Sapientia de Filosofia (Diocese de Palmas-Francisco Beltrão) realizou no dia 2 de agosto, a Aula Inaugural do segundo semestre letivo de 2010. A aula foi ministrada pelo professor Vilmar Debona - PUC Curitiba, com a temática "Ética da compaixão a partir de Arthur Schopenhauer".
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Pastoral da Criança prepara celebração de 25 anos na Diocese
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A Pastoral da Criança da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão estará comemorando seu 25º aniversário. Uma extensa programação religiosa e social será realizada. No dia 10 de setembro, às 19h haverá jantar (por adesão) na Churrascaria Marabá, em Francisco Beltrão. Estarão presentes autoridades sudoestinas, coordenações estaduais e nacionais da Pastoral da Criança.
No dia 11, das 8h às 8h30min, serão recepcionadas as caravanas paroquiais na praça central de Francisco Beltrão. Haverá a caminhada até o Centro de Eventos no Parque de Exposições. Às 9h30min., será celebrada santa missa, com a presença de Dom José Antonio Peruzzo e diversos presbíteros. Às 11h as coordenações terão espaço para se pronunciar. Ás 12h, almoço. Das 13h 30min às 15h, atividades de confraternização com as líderes da Pastoral da Criança e demais participantes. Às 15h acontece o encerramento do evento.
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A depressão
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Pe. Agenor Girardi
Em nossos dias atuais, a depressão passou a ser o grande desafio para a nossa fé e nossa vida espiritual. A depressão tem-se tornado cada vez mais uma "doença popular". Todos falam dela. Todos convivem com ela. A desintegração familiar, bem como a perda dos valores éticos, morais e religiosos, tem sido uma das principais causas da depressão. Nestes últimos anos, a dimensão psicológica e psiquiátrica da depressão tem recebido uma atenção especial. Não basta orar para sair de uma depressão, mas é preciso considerar a pessoa na sua dimensão integral. O caminho espiritual é sempre de grande ajuda, mas não podemos deixar de lado a situação psíquico-afetiva em que a pessoa se encontra. A experiência da depressão é marcada pelo vazio interior e pela ausência de qualquer vitalidade. É a negação da vida em sua essência. É a perda do entusiasmo e da esperança. A pessoa sente-se paralisada em sua criatividade e em suas habilidades. As forças estão atrofiadas. Com isso, a tristeza ocupa sempre mais o espaço da interioridade. Os padrões de vida não correspondem mais às suas expectativas.
A superação de uma falsa imagem
A depressão é um convite para que a pessoa supere todos os esquemas e regras que contradizem a sua essência de vida. São momentos para superar as ilusões, os sentimentos de culpa e fixações negativas construídas ao longo dos anos. É hora de despedir-se de uma auto-imagem falsa que não corresponde à realidade. Só assim nos tornaremos sempre mais aquilo que somos em nossa essência, aptos a nos aproximar sempre mais da verdadeira imagem, única e original, que Deus formou em cada um de nós. Não podemos ser sempre o melhor, o mais belo e o mais inteligente. As pessoas depressivas olham para o seu passado de maneira negativa. As experiências vividas são deslocadas para uma perspectiva de culpa e vergonha. As pessoas depressivas normalmente tendem a se afastarem dos outros. Elas têm medos de serem excluídas e rejeitadas. Sua auto-estima é desqualificada e assim tais pessoas se tornam um grande peso para quem está próximo. Os familiares de um depressivo se retraem e têm a impressão de que todo esforço seja inútil. A pessoa depressiva não consegue alegrar-se com nada, com nenhuma visita, com nenhum elogio. Tudo se torna insuportável para ela. A depressão passa a ser assim um escudo de uma falsa proteção.
Acolhimento da própria depressão
É preciso estabelecer uma relação positiva e amorosa com a depressão. A aceitação da própria depressão pode levar a uma maior clareza interior, bem como a uma profunda experiência de Deus. No meio da depressão também é possível sentir a proximidade de Deus. Quando o mundo exterior se escurece para nós, voltamos nossos olhos para dentro de nós mesmos. A depressão quer sempre nos questionar sobre alguma coisa da vida que não está bem ou algo que ultrapassou os limites. O primeiro passo consiste em familiarizar-se com a depressão e reconciliar-se com os sentimentos de culpa. Ela não pode ser vista como "inimiga". Quando a depressão é vista como "inimiga", estabelece-se uma luta interna e a pessoa sente que suas forças sucumbem. O desânimo acaba dando a tônica das decisões e dos sentimentos.
Querer agradar sempre
A depressão pode ser proveniente também de um perfeccionismo enraizado no fundo da alma, onde a pessoa quer sempre ser bem vista por todos, reconhecida e estimada por todos. Por isso ela sente-se na obrigação de atender a todas as expectativas, bem como de corresponder sempre, de agradar sempre. Ela não se permite errar. Como isso não é possível, a depressão passa a dominá-la. Uma atitude de acolhimento das próprias fragilidades, pecados e frustrações possibilita um caminho de superação e dá nova vitalidade. Perdoar a si mesmo talvez seja o ponto mais difícil. A misericórdia é praticada só em direção aos outros e nunca para com sua própria pessoa. O rigorismo se torna uma lei interna. Uma possibilidade para se fazer contato com a sua depressão é aprender a escutar o próprio corpo. Quanto mais de forma amorosa a pessoa prestar atenção às suas próprias reações físicas ou emocionais, há maior possibilidade da depressão transformar-se em novas metas e projetos.
Corpo e alma bloqueados
A pessoa depressiva sente um bloqueio generalizado. O seu olhar é rígido. Os membros do corpo se tornam pesados como chumbo. Muitas pessoas depressivas nem conseguem sair da cama e, muito menos, da casa. As suas pernas se tornam pesadas demais. As pessoas depressivas carregam um grande sentimento de culpa. É uma carga que vai além de suas forças. Elas têm a impressão de terem feito tudo errado. Acreditam que, pelo simples fato de estarem vivas, já são culpadas. Sentem necessidade de desculparem-se constantemente, mas tais pedidos de desculpas não mudam nada a sua atitude. Permanece nelas a sensação de que são sempre pessoas perdedoras e vencidas. Daí a recusa em assumir a própria vida. Tal comportamento pode levar até o suicídio.
A desmotivação
As pessoas depressivas são inquietas e ao mesmo tempo parecem paralisadas. Elas não descansam em si mesmas, no bem-estar da vida, mas estão totalmente divididas. As pessoas depressivas parecem ter os olhos vendados. Não percebem a beleza da natureza, do mundo e das pessoas. É uma sensação de vazio absoluto. É ausência de qualquer forma de vida, de qualquer direito à vida. O depressivo está no meio de tudo, mas não vibra com nada. A pessoa depressiva precisa de outras pessoas para sair de sua depressão. Ela tem necessidade de falar sobre sua situação de vida, pois ela tem a impressão de ter menos valor do que os outros. Considera-se incapaz e com lentidão. Em tudo sente-se inferior; coloca-se em segundo plano. Está sempre desmotivada. Vem logo o cansaço e uma das fugas deste esgotamento é o sono e a inércia. Porém, em geral, não consegue dormir. Permanece acordada e com os pensamentos atormentados. Torna-se assim uma pessoa sempre cansada e esgotada.
O desejo de amor e reconhecimento
A pessoa depressiva carrega dentro de si um grande desejo por amor, por atenção e reconhecimento. Quando era criança, recebeu pouco amor. Teve que adaptar-se à situação vigente, mas nuca foi amada suficientemente. Em seu íntimo ficou uma lacuna interior. Uma pessoa depressiva anseia por amor; quer ser merecedora do amor e atenção de alguém. Para isso, ela é capaz de sacrificar-se pelos outros. Dá tudo de si para conseguir um pouco de amor, mas quanto mais se desgasta, mais o vazio aumenta. Quanto maior for o desejo por amor, maior se torna o sofrimento, justamente pela falta de amor. Dentro de cada um de nós existe uma fonte de amor. A pessoa depressiva não percebe mais isto. Ao perceber que o amor já está dentro de si, a pessoa se dá conta de que não precisa mais depender do amor alheio. Ela pode ir superando a depressão, mas depende dela se irá viver desta fonte ou não.
A abertura para Deus
A pessoa depressiva parece ter perdido até mesmo o sentido da oração. A depressão confunde os pensamentos e rouba-lhe toda a concentração. A pessoa atribui a Deus aquilo que é de sua responsabilidade. Daí a decepção com Deus. Rezar pode ser também uma luta com Deus. Jesus compreende a oração de maneira diferente. Ele abre para o Pai o seu medo, a sua impotência e a sua tristeza. Pede ao Pai que afaste o cálice amargo da dor e da cruz. Mas pede também ao Pai que se faça a Sua vontade. Na oração, voltamo-nos para Deus a partir de dentro de nossa depressão. Eu abro a minha tristeza para Deus e peço-lhe que me livre dela. Mas, ao mesmo tempo, eu entrego e confio em Deus. Ao olhar para Deus, a minha depressão vai amenizando. Ela deixa de me dominar totalmente. Nem sempre a oração nos tira a depressão, mas ela nos dá a firmeza.
Um Deus presente
A oração não é um rito exterior, nem um toque de magia e cura imediata. Em primeiro lugar, entramos em contato com nosso interior, onde Deus habita em nós. Neste espaço a força de Deus é maior. Orar significa não se entregar simplesmente ao desânimo e à depressão. Na oração há sempre uma conquista nova. Na oração sentimos a força de Deus. E onde Deus está, o juízo da depressão não tem a última palavra sobre a pessoa. Quem for perseverante na oração, irá experimentar o direito à vida. Percebe que não é mais dominado pelo desespero. A oração levanta a pessoa e confere-lhe o direito de ter esperança. Sua fé pode até ser questionada, mas nunca abalada.
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Pe. Belaver vai cursar Ciências Bíblicas em Roma
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O envio de padres para a continuidade dos estudos em Roma é uma prática permanente da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, iniciada no episcopado de Dom Agostinho. A finalidade é a maior especialização para o trabalho formativo e evangelizador na diocese.
No dia 25 de agosto, estará indo para Roma o Pe. Aldemir Francisco Belaver onde fará, no Pontifício Instituto Bíblico, o curso de Ciências Bíblicas. Os estudos terão a duração de quatro anos. Neste período, Pe. Belaver vai morar no Colégio Pio Brasileiro.
Pe. Aldemir foi ordenado dia 26 de junho de 2007. Há dois anos e meio trabalhava como Reitor do Seminário São João Maria Vianney, em Palmas.
Disse Pe. Belaver sobre sua ida a Roma: "Com meus estudos, quero contribuir muito com a Diocese na formação dos seminaristas e lideranças leigas".
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Jubileu Sacerdotal em Chopinzinho
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Frei Atílio Dalla Costa Battistuz, nascido em Chopinzinho - PR, em 27 de outubro de 1955, celebrará no dia 12 de setembro seus 25 anos de ordenação sacerdotal. A celebração será na comunidade de São Francisco, às 10 horas.
Sua caminhada ao sacerdócio começou no ano de 1966 no Seminário de Luzerna - SC. Dez anos depois fez sua primeira profissão e foi ordenado em 20/07/1985, em São João de Meriti - RJ. Sua primeira missa foi na Comunidade de São Francisco no dia 28 de julho de 1985.
Seu ministério pastoral foi iniciado junto dos irmãos da Baixada Fluminense, nos municípios de São João de Meriti e Duque de Caxias, onde permaneceu por 13 anos. Depois atuou em Vila Velha - ES, por 12 anos.
Sempre dedicou-se às Pastorais da Saúde, Justiça e Paz, Carcerária e movimentos sociais. Procurou sempre incentivar os movimentos em prol da ecologia e do tratamento com remédios naturais.
Em 21 de julho de 2008 viajou para Angola, na África, onde está atuando atualmente como missionário. Ele mesmo afirmou: "Vou para Angola porque o Reino de Deus não tem fronteiras. O meu sentimento é de solidariedade. Quero ir lá e me fazer solidário com aquele povo e me colocar a serviço. Vou com disposição e coragem. Vou apenas para viver o Evangelho com eles."
Informações enviadas por Paulo Almeida.
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Exercícios Espirituais Inacianos
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Vagner Raitz
Estimados amigos leitores do Jornal Até Que..., aproveito este espaço para compartilhar com vocês uma experiência de Deus, inefável na sua plenitude, mas sentida, re-criativa, necessária. Ao compartilhar essa experiência, manifesto minha gratidão à Diocese de Palmas-Francisco Beltrão. Acredito que, em nossos dias, mais que em outros tempos, os cristãos precisam comunicar uns aos outros a sua experiência de Deus, o modo como cada um O descobre, O sente, o modo como cada um se dispõe, para que Deus sirva-se dele. Evidentemente tais experiências serão reconhecidas pelos seus frutos, por isso, elas devem comprometer-se com um ideal, isto é, com um coerente projeto de vida.
Quero falar dos Exercícios Espirituais Inacianos que realizei em São Leopoldo - RS, no CECREI (Centro de Espiritualidade Cristo Rei), nos dias 01 a 31 de julho como proposta dentro do ano pastoral, que ora realizo. São, de fato, 30 dias de exercícios que ensinam a rezar. Contudo, mais que ensinar uma modalidade de oração, possibilitam um olhar sobre toda a nossa história, o mundo obscuro de nossos desejos, o que buscamos, o que amamos de verdade, por quem bate o nosso coração.
Os Exercícios Espirituais fazem-nos dar conta de que precisamos nos colocar um "para" que valha a pena, ou seja, qual é verdadeiramente a minha finalidade. Afiguram-se como um processo, uma metodologia para uma experiência espiritual, que tem como ferramenta principal a oração, e como meta, o discernimento. Essa experiência deve ser vivida no núcleo mais íntimo de cada pessoa, sua afetividade.
Como evidenciam as anotações dos Exercícios Espirituais, "o ser humano é criado para louvar, reverenciar e servir a Deus nosso Senhor e, assim, salvar-se. As outras coisas sobre a face da terra são criadas para o ser humano e para o ajudarem a atingir o fim, para o qual é criado. Daí se segue que ele deve usar das coisas tanto quanto o ajudam para atingir seu fim, e deve privar-se delas tanto quanto o impedem. Por isso, é necessário fazer-nos indiferentes a todas as coisas criadas, em tudo o que é permitido à nossa livre vontade e não lhe é proibido. De tal maneira que, da nossa parte, não queiramos mais saúde que enfermidade, riqueza que pobreza, honra que desonra, vida longa que vida breve, e assim por diante em tudo o mais, desejando e escolhendo somente aquilo que mais nos conduz ao fim para o qual somos criados" (EE, 23).
Os Exercícios têm ainda como meta um conhecimento profundo da pessoa de Jesus, a partir da meditação e contemplação de suas palavras e ações, conhecidas a partir da leitura de trechos dos Evangelhos. Aliás, a essência do método é orar com as Sagradas Escrituras.
Os Exercícios Espirituais são frutos da experiência pessoal de Santo Inácio de Loyola (1491-1556), fundador da Companhia de Jesus, cujos membros são conhecidos como jesuítas. Estes Exercícios, que perpassam séculos, são realizados por inúmeros cristãos do mundo inteiro, sobretudo religiosos e religiosas das mais diversas congregações. Somos agraciados, também nós, seminaristas da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, por essa oportunidade, um encontro pessoal com Jesus Cristo, fonte de nossa vocação, para, desde este Centro Unificador, moldar paulatinamente nossa interioridade.
Aos queridos colegas seminaristas que farão essa experiência recomendo que, desde já, se preparem com grande ânimo e generosidade para os Exercícios Espirituais.
Queridos amigos, dediquemos o melhor dos nossos esforços para que a Palavra de Deus encontre um espaço acolhedor em nossa vida. Deixemos Deus falar e orientar. Consagremos o melhor do nosso tempo à oração pessoal.
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Coletiva sobre o lançamento da 47ª Romaria da Salette
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Está em fase de preparação a 47ª Romaria da Salette, no dia 19 de setembro, no Santuário Nossa Senhora da Salette. O tema central será "Fazeis bem vossa oração?... Rezai mais!"
No dia 6 de agosto, às 19 horas, aconteceu Entrevista Coletiva e Jantar de lançamento da 47ª Romaria da Salette, na comunidade de Rio Elias, Renascença. Estiveram presentes o Reitor do Santuário, Frei Jorge Schafaschek, Pe. Aldacir Carniel (Bom Sucesso), Frei Clézio Wiggers (Pato Branco) e integrantes da comissão organizadora do evento.
A programação terá início no dia 16 de setembro (quinta-feira), às 15h, com celebração eucarística. Tema: "Oração pessoal". No dia 17 (sexta-feira), às 15h, celebração eucarística com o tema: "Oração em família". Dia 18 (sábado), às 15h, celebração eucarística. O tema será "Oração em comunidade". Às 20h, haverá a chegada das carreatas de Bom Sucesso do Sul e Renascença. Terá a encenação da aparição, pregação e bênção do Santíssimo. No dia 19 (domingo), às 6h, Missa de acolhida aos romeiros. Às 10h, Missa campal, com o tema "Fazeis bem vossa oração?"... Rezais mais!". Às 12h, oração da Ave Maria e bênção com imposição das mãos. Às 14h, Terço meditado. Às 15h, bênção da saúde, da água, dos objetos e do Santíssimo. Na sequência, o envio dos romeiros. Maiores informações poderão ser obtidas junto ao Santuário pelo telefone (46) 3550 1414.
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Palmas celebra sua 155ª Festa do Padroeiro
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A Catedral de Palmas celebrou dia 06 de agosto a festa do seu padroeiro, o Senhor Bom Jesus. A preparação para a grande festa começou com a novena no dia 28 de julho. Em cada noite entidades da cidade prepararam as novenas e um padre da diocese presidiu a Santa Missa. No dia da festa foi realizada carreata partindo da frente da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. A Santa Missa na Catedral do Senhor Bom Jesus, foi presidida pelo Bispo Diocesano, Dom José Antonio Peruzzo, concelebrada pelo pároco, Pe. Nelso Maróstica e pelos padres Leandro Oldra Sustiço e Marcelo Holdefer. Às 12h foi serviço o almoço no Centro Pastoral, congregando a comunidade.
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Francisco Beltrão celebrou a Padroeira Nossa Senhora da Glória
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Francisco Beltrão celebrou a sua padroeira no dia 15 de agosto, festa de Nossa Senhora da Glória. Uma extensa programação religiosa e social foi realizada. Inicialmente, a imagem da padroeira percorreu todas as comunidades pertencentes à Concatedral Nossa Senhora da Glória. Foram realizadas as celebrações da novena, culminando com a grande celebração da festa. A Missa foi presidida pelo Bispo Dom José Antonio Peruzzo, concelebrada pelos padres Geraldo Macagnan e Dilonei Pedro Müller. Após a celebração a comunidade participou do almoço, com a presença de cerca de mil pessoas no salão paroquial Pedro Granzoto.
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